Para quem gosta de experimentar e sentir as formas mais livres na música, correr o risco e ousadia na improvisação pura e o cruzamento de linguagens, a 21.ª edição do Festival de Jazz de Portalegre está aí e acontece já nos próximos dias 2 a 4 de julho. O cartaz deste ano desenha um diálogo fascinante entre a história viva do jazz nacional e espreita dois belíssimos ângulos das vanguardas internacionais mais disruptivas. Num festival de três dias, apontam-se quatro eixos que importa acompanhar: 1. Encontro Nova-Iorquino: Sara Serpa & Matt Mitchell (2 de Julho) O festival arranca a quebrar barreiras. Sara Serpa , uma das vozes mais singulares da cena de Nova Iorque (e orgulhosamente portuguesa), apresenta-se com o pianista e compositor norte-americano Matt Mitchell . O duo explora uma simbiose única onde a voz de Sara Serpa é tratada como um instrumento abstrato e o piano de Mitchell desconstrói o ritmo e a harmonia em tempo real. É música cerebral, mas profu...
Let a new journey begin! Eric Whitacre's choral setting of "Stopping by Woods on a Snowy Evening" captures the quiet, introspective beauty of Robert Frost's poem through lush harmonies and atmospheric texture . Here's VOCES8 performing the piece, conducted by the composer himself. Enjoy!
Duo improvável, projeto musical transcontinental que une a produtora e multi-instrumentista turca Gözen Atila (Anadol) à artista e poeta francesa Marie Klock , edita agora Manivelles , o segundo álbum pela label de Hamburgo Pingipung . Anadol e Marie Klock começaram a trabalhar em conjunto após um encontro ocasional num festival em Inglaterra. Praticam uma fusão artística única onde a electrónica abstracta e o pop psicadélico misturam influências da Anatólia com a tradição da chanson francesa, de forma subvertida e anárquica. Entre sonoridades avant-pop , indietrónica e synth-pop experimental, estabelecem bases para performances imprevisíveis e teatrais. As colagens sonoras de Anadol, malhas complexas com sintetizadores analógicos e texturas radiofónicas, servem de terreno fértil ao sponken word de Marie Klock, com poemas a jogar entre o absurdo e um humor mordaz, criando um universo musical estimulante. Muito recomendável! Manivelles by Anadol & Marie...
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