Wednesday, May 03, 2017

TONGA BOYS from Nkhata Bay, Malawi - TILI BWINO

More: https://tongaboys.bandcamp.com

Monday, May 01, 2017

History in the making: Philip Glass’s Music in 12 Parts at The Barbican



Philip Glass’s Music in 12 Parts is being now performed live at The Barbican Center, London. Up till now Glass's masterpiece has only been performed by the composer's own Philip Glass Ensemble, but this afternoon it will played in full by an ensemble featuring musicians closely associated with Glass’s music:

James McVinnie
Timo Andres
David Kaplan
Eliza McCarthy
Yuki Numata
Chris Thompson
Liam Byrne
Josephine Stephenson
Maaike van der Linde
Marlies van Gangelen

This event is part of: Reich, Glass, Adams: The Sounds that Changed America 

Sunday, March 19, 2017

David Hockney at Tate Britan

Six decades of work from one of the most influential artists of the twentieth century. How to get in?

Sunday, March 12, 2017

The Blaze, Territory

Awesome video for a tremendous track, Territory by French rap duo The Blaze. Every sound beat is on the right shot of the camera. Truly powerful and heart core. Beautiful.

Wednesday, February 08, 2017

QUARTEL recebe António Júlio Duarte e White Noise.

O tempo tudo trabalha e é o tempo que tudo transforma. Ouvimos e repetimos com frequência: dar tempo ao tempo. White Noise de António Júlio Duarte (AJD) é um livro e é agora (outra vez) uma exposição. São fotografias purgadas de uma sequência de partidas e chegadas, visitas repetidas continuadamente ao (sub)mundo dos lobbies de casinos em Macau. 10 anos. Mais cinco ou seis, chegados a este novo ponto de partida: Sábado, 11 de Fevereiro, Galeria QUARTEL. É tempo de  Abrantes ver António Júlio Duarte

© António Júlio Duarte
White Noise, porque são imagens intimamente relacionadas com o som, ou se preferirmos o ruído - noise, que condicionou e orientou o trabalho de AJD numa década de experimentação fotográfica. Um processo criativo onde o olhar do fotógrafo, a experiência da recolha e edição da imagem se deixa contaminar pelo espaço, os ambientes e simbologias, o ruído intrínseco e a sua própria sensibilidade a todos estes factores. Somados ao tempo. Sessões de insónia e jetleg, noites onde o tempo parecia não existir, em espaços onde ninguém precisa de tempo.

© António Júlio Duarte

Sonho, fantasia, mas realidade. Espaço. Som ruído. Luz e cor. Tempo. Simbologia.
Não há um retrato documental. Há uma percepção pessoal do autor, interpretação e criação materializada num livro. Uma edição particularmente cuidada e demorada, com a seleção de 32 imagens em muitas centenas conseguidas nos 10 anos de germinação. Um livro que o autor assume ser o seu primeiro, não menosprezando todos os que o antecederam, particularmente catálogos de projectos anteriores. Um livro cujas imagens ficam agora expostas nas paredes da galeria QUARTEL em Abrantes, até 29 de Abril. Um novo tempo, agora para interação com um novo público, num novo espaço.

Na inauguração, Bruno Silva e  Filipe Felizardo apresentam ao vivo a peça Guitars for “White Noite”. Interferência, interpretação e estímulo. Acção, desafio e cumplicidades. Motivos de sobra. para estar em Abrantes, Sábado – Galeria Quartel, a partir das 17h30. 

Saturday, February 04, 2017

Marco Franco. E, de repente, tudo Mudra

Propagam-se como um vírus as boas notícias do arranque a 10 de Fevereiro do festival Rescaldo (já na décima edição!) e do lançamento de Mudra, álbum de Marco Franco em piano solo, no próximo mês, 7 de Março, pela Revolve. E, de repente, todos queremos Mudra!

Foto: Vera Marmelo | Thx to Revolve
Apetece dizer, mãos que falam. Mãos inquietas que transformam e criam a partir do que manipulam. E que têm surpreendido nas inúmeras cumplicidades que Marco manteve nas últimas duas décadas na cena Jazz e improvisação livre made in PT.

Baterista de serviço em múltiplos encontros, de Nuno Rebelo e Kato Hideki, a Rafael Toral, Luís Vicente, Rodrigo Pinheiro, Hernâni Faustino ou Travassos. Mas muitos muitos outros. As formações Tim Tim por Tim Tumm, Mikado Lab ou Memória de Peixe, para os mais desatentos. Bateria e percursão, mas também saxofones e electrónicas. Agora, piano. Solo.

Na linha de partida para esta contagem decrescente, agarramo-nos à Pole Position que incluirá Mudra. E começa a inquitação como fascínio. O que vem depois deste arranque? Onde nos leva este desafio?

Ficarão a saber os que mergulharem na Culturgest no arranque do Rescaldo. E depois é esperar por Março, atentos às instruções da editora de guimarãres Revolve.

Enquanto isso, é deixar rolar o vírus bom.